Interdito com Coletivo Mapa Xilográfico – 25/07/2013

July 30, 2013 § Leave a comment

Parceria com Milene Valentir e Diga Rios, do Coletivo Mapa Xilográfico, do qual faço parte.

Feito na entrada Teatro da USP, no Centro Universitário Maria Antonia, durante o Laboratório Palavra Muda, do grupo Ausgang de Teatro.

interdito palavra muda

Participações espontâneas de várias pessoas que estavam no público (só lembro o nome da Juliana Mado, valeu Ju!).

http://www.flickr.com/photos/95740574@N06/sets/72157634885943112/

VALEU A TODOS QUE NÃO SE DEIXAM EMUDECER.

 

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Interdito no Sarau do Manolo – Atibaia/SP – 01/10/2011

October 10, 2011 § Leave a comment

Poesia  música  vídeo  arte nas paredes  ruínas de cinema.

Valeu Thiago Cervan, manolos, Ana Tomimori e Geovani Doratiotto que embarcou total na performance 😉

https://www.facebook.com/saraudomanolo

Interdito no Perpendicular Res Pública – 14/05/2011

May 20, 2011 § Leave a comment

interdito_perpendicular_2011_02_no logo

Diálogo com outros sentidos.

Performance Interdito, de Tábata Costa durante Perpendicular Res Pública, evento de ações e performances, em 14 de maio de 2011, nos jardins do Museu da República, Rio de Janeiro – RJ.

FLYER_PERPENDICULAR_RES_PUBLICA

Realizacão: Wagner Rossi Campos

Produção: Eloisa Lemme

Agradeço ao Wagner, à Elô e família e a todos que interagiram, deram suporte e tiraram fotos.

Sinopse:

A performance começou como um grito mudo, em que os sentidos do corpo são tratados como feridas. Esse curativo também bloqueia a visão e a fala. Quis interagir cega e muda em espaços fechados e públicos com circulação intensa de pessoas, arriscando outras comunicações e outras expressividades.

Isso passou a ser também uma experiência sensorial, já que tenho que estar com a audição, o tato e o olfato mais atentos, e todos os outros possíveis sentidos que são despertados depois de algumas horas. Diferentes intenções das pessoas que interagem com uma pessoa num estado fisicamente vulnerável também vêm à tona.

No caso do Perpendicular Res Publica, para onde vai uma pessoa cega e muda buscando alguma forma de contato no espaço público que é o entorno do Museu da República?

Em nosso contexto político e histórico, a coisa pública (res publica) não é de fato plenamente compartilhada com a população, nem sequer nossos direitos básicos são bem atendidos com recursos que deveriam ser públicos. Ainda estamos cegos? Ainda estamos mudos? Alguns agem pensando nos direitos de todos e ainda são violentamente reprimidos pelo poder público, alguns acreditam que sua forma de agir é mais importante do que qualquer outra, alguns agem apenas pensando em garantir recursos para si, muitos não agem, muitos não querem enxergar. Temos que lembrar todo dia que a vida é inevitavelmente influenciada também pela forma como fazemos política ou deixamos passivamente que a façam por nós.

E até que ponto nós estamos dispostos a perceber, sentir, ouvir o outro?

INTERDITO 2.0

December 19, 2010 § Leave a comment

QUANDO NÃO BASTA VER ~ DIZER ~ SABER

INTERDITO 2.0
~segundo vídeo do PROJETO INTERDITO
~2ª performance feita no centro de Lisboa, durante 10º Epipiderme (http://epipiderme.blogspot.com/), setembro 2010
~vídeo lançado no ARTÓN (http://www.arton.es/), en Madrid, outubro de 2010

muito obrigada a todos que me ajudaram, ao Paulo e à Sofia, ao pessoal do Epipiderme e do Artón e principalmente ao André pela trilha!
beijos

TRAYECTO INTERDITO

November 3, 2010 § Leave a comment

Esse foi um experimento coletivo feito em outubro de 2010 durante o ARTÓN (evento de – como eles dizem – arte de ação, organizado por Ana Matey e Paco Nogales em Madri/Espanha.).

Foi a primeira vez que propus que outras pessoas caminhassem com ‘band-aids’ nos olhos e boca, e apenas os acompanhei sem me ‘interditar’. Participaram artistas da arte de ação que estavam realizando trabalhos no evento e mais um artista visual que ficou sabendo do evento pela programação.

Agradeço a eles por compartilharem comigo este momento e suas reverberações: Angela García, Henrik Hedinge, Julio Fernández, Mikel, Vanesa Viloria e Zaida Gómez. E também a Ana Matey, Paco Nogales, Carlos Llavata e Vanesa (Espacio Espora) por todo o apoio na ação e no evento! Foi incrível seis pessoas caminhando pela praça com a cara interditada..

Câmera e edição de vídeo: Ana Matey (Artón)

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Este fue un experimento colectivo realizado en octubre de 2010 durante ARTÓN  (un evento de arte de acción, organizado por Ana Matey y Paco Nogales en Madrid / España.).

Era la primera vez que propuso que otra gente caminaba con “tiritas” a los ojos y la boca, y yo solamente los segui sin “tiritas”. Participaron artistas del arte de acción que realizaban sus trabajos en el evento y más un artista visual que buscó la programación del evento.

Gracias a todos por compartiren este momento y sus repercusiones conmigo: Angela García, Hedinge Henrik, Julio Fernández, Mikel, Viloria Vanesa y Zaida Gómez. Y Ana Matey, Paco Nogales, Vanesa Viloria (Espacio Espora) y Carlos Llavata por todo el apoyo en la acción y en el evento! Fue increíble 6 personas todas con la cara interditada caminando por la plaza..

Cámara y edición de vídeo: Ana Matey (Arton)

www.arton.es

INTERDITO_Lisboa_15/09/2010

October 25, 2010 § Leave a comment

Quarta-feira à noite:

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PERFORMANCE durante o 10º encontro do EPIPIDERME
+ EXIBIÇÃO DO VÍDEO Interdito (registro da performance realizada dia 11/09)

Fotos: Lilo Neto e Fabrice Ziegler

INTERDITO_Lisboa_14/09/2010

October 24, 2010 § Leave a comment

Terça-feira à tarde, mais performance na rua:

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Trajeto no Chiado
Duração: cerca de 3 horas
Registro em vídeo: A.Neto

 

Frames do vídeo: A.Neto

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